segunda-feira, 6 de abril de 2015

Beberibe: Falta de fiscalização e imprudência teriam causado a morte de jovem de 19 anos

Daniela Luzia Ferreira Albano, de 19 anos morreu em acidente nas dunas entre as praias de Uruaú e Barra de Sucatinga, em Beberibe. De acordo com relatos, o motorista não tinha autorização para trafegar nas dunas e levava 6 passageiros
Flagrante de bugue não cadastrados e carros de passeio nas dunas de Barra de Sucatinga FOTO: KID JUNIOR
O acidente que levou a morte de Daniela Luzia Ferreira Albano, 19 anos, teria sido causado por imprudência. O motorista do bugue, Carlos Wembley de Abreu - conhecido por "Carlinhos" - não tinha autorização para trafegar nas dunas. Além disso, sete pessoas estariam no veículo no momento do acidente, segundo a Polícia Civil.




O bugueiro profissional de Beberibe, Marcos Lauriando, presenciou o acidente. Segundo ele, o motorista não era da região e estava em um carro particular. "Ele vinha na trilha errada, na contra mão, quando ele errou a duna e o carro voou. Foi um aperreio muito grande porque era umas seis, sete pessoas no chão", relata ele que há mais de 10 anos trabalha na região.


Os bugueiros reclamam que a fiscalização só acontece com os profissionais credenciados. Enquanto isso, carros particulares circulam livremente entre as dunas. "A gente tem treinamento e experiência para andar entre as dunas. O povo vem aqui e acha que porque tem carro 4x4 ou um bugue pode andar sem causar riscos. Além disso, tem muito motorista que dirige até sob efeito de álcool. Mas nas dunas não há fiscalização", reclama Rogério Lopes, bugueiro há 12 anos.


Acidente


Uma jovem morreu e ao menos outras duas pessoas da mesma família ficaram feridas com o capotamento de um bugue na tarde de sábado (4), em uma  duna entre as prais de Uruaú e  Barra da Sucatinga, em  Beberibe. No veículo, estavam sete pessoas, entre elas, Daniela Luzia Ferreira Albano, de 19 anos, natural de Chorozinho, que morreu ao dar entrada no hospital municipal.


Daniela estava com parentes na praia de Barra da Sucatinga quando iniciou um passeio na tarde de sábado com outros cinco primos e tendo como motorista Carlos Wembley de Abreu, conhecido por 'Carlinhos'. Por volta de 17 horas, o veículo capotou no alto de uma duna. As pessoas foram socorridas para o Hospital Municipal de Beberibe, onde somente Daniela entrou em estado grave, indo a óbito às 18 horas. De acordo com a Polícia Civil, Carlos Wembley é considerado foragido. Conforme o inspetor de polícia João Sidônio, o excesso de peso pode ter sido a principal causa do acidente.


Falta de fiscalização


A falta de fiscalização de veículos nas praias do Ceará é a porta de entrada para frequentes irregularidades no trânsito constatadas por todo o Litoral do Ceará. Todos os anos são registrados acidentes nas dunas e falésias de praias nos municípios de Aracati, Cascavel e Beberibe. Na maioria dos casos, os condutores de bugues não têm autorização para transporte. O desconhecimento dos caminhos sinuosos entre as dunas, por motoristas irregulares, também é um fator de risco, de acordo com Beto Andrade, presidente da Associação de Bugueiros de Canoa Quebrada, em Aracati.



Fonte: Regional (Online) – Diário do Nordeste (05/ 04/ 15)

Justiça interdita cadeia de Aquiraz devido a casos de meningite

A juíza Mônica Lima Chaves, da 1ª Vara da Comarca de Aquiraz, determinou hoje (5) a interdição da cadeia pública do município, que fica na Região Metropolitana de Fortaleza. O motivo é o registro de, pelo menos, cinco casos de meningite entre os detentos desde a última sexta-feira (3).


De acordo com o diretor da 1ª Vara, Paulo Pedrosa, o primeiro preso diagnosticado com a doença foi encaminhado para o Hospital São José, em Fortaleza, especializado em doenças infecciosas. A Secretaria da Saúde do estado informa que, a partir desse caso, iniciou a medicação em presos que mantiveram contato com a pessoa infectada e nos agentes penitenciários para bloquear a transmissão. Hoje, mais quatro casos foram diagnosticados e internados no hospital. A Secretaria da Saúde informou que foram cinco, mas, conforme Pedrosa,  os médicos descartaram meningite a partir de exames preliminares em um dos presos.


Pela decisão judicial, a Cadeia Pública de Aquiraz não pode receber mais nenhum detento até que as autoridades sanitárias do estado verifiquem que não existe mais possibilidade de transmissão da doença. Segundo o diretor da 1ª Vara, a unidade tem capacidade máxima para 52 detentos, mas está hoje com 105. Desses, cinco cumprem pena em regime semiaberto. No entanto, devido aos casos de meningite, eles ficarão em regime fechado por tempo indeterminado. As visitas também foram suspensas.



DA REDAÇÃO DO ESTADO ONLINE
isadora@oestadoce.com.br
Fonte: Agência Brasil

domingo, 5 de abril de 2015

Beberibe: Jovem morre e outras duas pessoas ficam feridas em acidente de bugue em Beberibe

No veículo, estavam sete pessoas, entre elas, Daniela Luzia Ferreira Albano, de 19 anos, que morreu ao dar entrada no hospital municipal
Daniela Albano tinha 19 anos FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK
Uma jovem morreu e ao menos outras duas pessoas da mesma família ficaram feridas com o capotamento de um bugue na tarde de sábado (4), em uma  duna na praia de Barra da Sucatinga, município de Beberibe. No veículo, estavam sete pessoas, entre elas, Daniela Luzia Ferreira Albano, de 19 anos, natural de Chorozinho, que morreu ao dar entrada no hospital municipal.


Daniela estava com parentes na praia de Barra da Sucatinga quando iniciou um passeio na tarde de sábado com outros cinco primos e tendo como motorista Carlos Wembley de Abreu, conhecido por 'Carlinhos'. Por volta de 17 horas, o veículo capotou no alto de uma duna. As pessoas foram socorridas para o Hospital Municipal de Beberibe, onde somente Daniela entrou em estado grave, indo a óbito às 18 horas. De acordo com a Polícia Civil, Carlos Wembley é considerado foragido. Conforme o inspetor de polícia João Sidônio, o excesso de peso pode ter sido a principal causa do acidente.


De acordo com a Polícia Militar, estavam no veículo: Daniela Luzia Ferreira de Almeida Albano, 19; Lucas Andrade Ferreira, 17; Francisco Wanderson dos Santos Ferreira, 11 anos; Ana Caroline Ferreira, de 19; e Carlos Wembley de Abreu. Dois outros ocupantes ainda não foram identificados.


Acidentes pelo litoral são comuns


A falta de fiscalização de veículos nas praias do Ceará é a porta de entrada para frequentes irregularidades no trânsito constatadas por todo o Litoral do Ceará. Todos os anos são registrados acidentes nas dunas e falésias de praias nos municípios de Aracati, Cascavel e Beberibe. Na maioria dos casos, os condutores de bugues não têm autorização para transporte. O desconhecimento dos caminhos sinuosos entre as dunas, por motoristas irregulares, também é um fator de risco, de acordo com Beto Andrade, presidente da Associação de Bugueiros de Canoa Quebrada, em Aracati.





Fonte: Regional (Online) – Diário do Nordeste (05/ 04/ 15)

Aquiraz: Festa do Marco Vivo de Yburana 2015.

Cacique Irê - Imagem meramente ilustrativa
PROGRAMAÇÃO FESTA DO MARCO VIVO DE YBURANA 2015.
Aldeia Indigena Jenipapo-Kanindé- Aquiraz-CE


Dia: 08/04 - Chegada dos parentes e Convidados.
16:00/horas: Acolhida.
19:00/horas: Jantar dos Convidados.
20:00/horas: Inicio de preparação da Festa.
( Oração da Espiritualidade, Roda de Toré, Roda de Conversa com os Guardiões da memoria).
00:00/horas: Encerramento.



Dia: 09/04 - Abertura da Festa
08:00/horas: Café da manhã Comunitario
09:00/horas: Benção da Cacique Pequena e roda de Toré.
10:30/horas: Roda de Conversas com Lideranças da Comunidade, Lideranças dos outros povos, instituições parceiras, Orgãos Governamentais e não Governamentais.
12:30/horas: Almoço Comunitario
14:00/horas: Retornamos as atividades, com o Lançamento do CD da Cacique Pequena, logo em seguida os Parabéns de 15 Anos de Festa do Marco-vivo.
15:00/horas: Apresentações Culturais do Grupo Kunhã Apyara e Grupo Água Pé.
15:30/horas: Agradecimentos, em seguida Toré.
16:00/horas: Caminhada com a Yburana.
18:00/horas: Encerramento e Jantar.



Dia: 10/04
07:00/horas: Café da Manhã e Retorno dos parentes para suas Aldeia.


“A nossa Santa Mãe Terra, é nosso Grande Tesouro
é dela que nós precisa é dela que nós convivi.
Sem ela não somos nada, 
somos que nem uns peixinhos nadando fora d´água.”
( Cacique Pequena )






Aquiraz | Aracati: A história de Fortaleza antes do aniversário oficial

Desde as primeiras tentativas pelos colonizadores de ocupar o território, Fortaleza é marcada pela presença da seca, pelo medo, a insegurança e até por problemas ambientais - situações que persistem até hoje
Fortaleza permanece marcada pelas cicatrizes das origens. Embora o aniversário oficial seja comemorado na próxima semana, o território já era conhecido por europeus, segundo registros, desde antes da chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil. E, quase 150 anos antes do 13 de abril de 1726, o local era citado em detalhadas descrições do litoral do atual Ceará.

A partir do século XVII, houve ao menos quatro empreitadas portuguesas e duas holandesas para tentar ocupar a área entre o rio Ceará e o Mucuripe. Quase todas fracassaram, por razões presentes ainda hoje: seca, medo, violência e até problemas ambientais.


Fortaleza é ponto fora da curva na história das atuais grandes cidades brasileiras que surgiram no período colonial. Foi empreitada inusitada e improvável.


Não há divergência quanto a ter havido várias iniciativas de ocupação do local onde hoje é Fortaleza, muito antes de 1726. O que há são interpretações conflitantes sobre qual desses empreendimentos acabou sendo o núcleo gerador da vila oficialmente instituída pelo rei de Portugal num 13 de abril 289 anos atrás. Sem pretensão de definir um marco fundador, O POVO buscou em fontes históricas registros do que existia em Fortaleza antes da fundação oficial. Um pouco da história antes do aniversário.
 

PRIMEIROS “FORTALEZENSES”


O historiador Aírton de Farias, em História da Sociedade Cearense (Livro Técnico, 2004), cita Thomaz Pompeu Sobrinho (1880-1967), segundo o qual a povoação do território onde hoje é o Ceará teria começado entre 5 mil a 4 mil a.C. Os primeiros povos teriam chegado pelo Piauí. Porém, registros arqueológicos mais recentes poderão indicar data ainda anterior. Entre os povos que habitavam as imediações de onde hoje é Fortaleza estavam os anassés, os potiguaras, paiacus e jaguaribaras.
 

EUROPEUS


O primeiro relato conhecido de europeus que teriam estado em Fortaleza remete à viagem do espanhol Vicente Yañez Pinzón, que fora companheiro de Colombo na viagem à América. Por volta de janeiro ou fevereiro de 1500, após passar pelo atual Aracati, seguiu para o atual Mucuripe. Pouco tempo depois, o também espanhol Diogo de Lepe esteve no local, que chamou de “Rostro Hermoso” (rosto bonito).


CONHECIMENTO DA ÁREA



Mesmo com quase nenhum interesse português, ainda no fim do século XVI há registros de que o litoral cearense era conhecido em detalhes pelos navegadores. Em 1587, Gabriel Soares publicou, em Madri, o Roteiro do Brasil, no qual descreve a “enseada de Macorive”, hoje Mucuripe. A “enseada é muito grande; e ao longo dela navegam navios da costa; mas dentro em toda tem bom surgidouro e abrigo”. O relato é registrado por Tristão de Alencar Araripe em sua História da Província do Ceará (de 1867, reeditado em 2002 pelas Edições Demócrito Rocha).
 

CRUELDADE E SECA


O lugar onde hoje fica Fortaleza entrou na história colonial brasileira por causa do Maranhão. Em 1603, Pero Coelho de Sousa recebeu o título de capitão-mor e organizou uma bandeira, com objetivo de subjugar os índios da Serra da Ibiapaba, conter o comércio de piratas e abrir caminho para o Maranhão. De quebra, buscava ouro e prata. Derrotou índios e alguns estrangeiros, mas, ao chegar ao rio Parnaíba, no Piauí, teve de recuar. À margem do rio Ceará, ergueu um pequeno forte chamado de São Tiago. A povoação que se formou foi batizada de Nova Lisboa. O São Tiago seria o posto avançado para guarnição e abastecimento das tropas. Esse seria o principal atributo enxergado pelos europeus naquele pedaço de chão: função estratégico-militar.


A postura de Pero Coelho é retratada por Alencar Araripe como cruel e tirânica, contra inimigos e até contra índios aliados. Enfrentou ataques de uns e revolta de outros. Isso aliado à seca de 1605 a 1607 – a primeira registrada no Ceará – obrigou-o a abandonar o São Tiago. Segundo Araripe, foi preso, remetido para Lisboa e morreu no cárcere. A memória de sua crueldade foi obstáculos para expedições posteriores.

MISSIONÁRIOS


Em 1607, chegaram ao que hoje é Fortaleza os padres jesuítas Francisco Pinto e Luís Figueira. Pinto fundou, com os índios potiguaras, a aldeia Paupina, considerada a origem do atual bairro de Messejana. Os missionários seguiram para a Ibiapaba, onde Francisco Pinto foi morto pelos tacarijás. Mais tarde, Figueira se retirou para o Rio Grande do Norte.


O 2º FORTE


Entre 1611 e 1612, retornou ao Ceará Martim Soares Moreno. Ele fizera parte da expedição de Pero Coelho. Agora como capitão-mor, ergueu o forte São Sebastião, no local onde antes estivera o São Tiago. E dedicou uma igrejinha a Nossa Senhora do Amparo.


HOLANDESES


Em 1637, holandeses desembarcaram no Mucuripe e tomaram o São Sebastião. Ficou sob comando de Hendrick Van Ham e, em seguida, de Gedeon Morris de Jonge, um dos grandes estrategistas da ocupação flamenga no Nordeste. Ele explorou salinas, ergueu pequenas fortificações em Jericoacoara e Camocim. Foi talvez o início da atividade econômica no Ceará. Em 1644, índios mataram todos os ocupantes do forte. Jonge foi degolado.


O 3º FORTE


Em 1649, os holandeses fizeram nova tentativa, sob comando de Matias Beck. Ele desistiu das margens do rio Ceará. Conforme expõe Antonio Luiz Macêdo e Silva e Filho, em Fortaleza: imagens da cidade (2004, Museu do Ceará), a foz do rio sofria processo de assoreamento – quase certamente por causas naturais, pois não há registro de ação humana na época a ponto de justificar tal efeito. De todo modo, era inviabilizada a ancoragem das embarcações. Beck manteve o ancoradouro no Mucuripe e, em 10 de abril de 1649, instalou o forte numa elevação próxima ao Pajeú. O local foi chamado de Schoonenborch, nome do então governador holandês no Brasil. Em 1654, com a expulsão dos holandeses do Recife, o Schoonenborch foi abandonado.




VOLTA DOS PORTUGUESES



Tropas sob o comando de Álvaro de Azevedo Barreto tomaram o forte em 1654, sem resistência. O nome do forte foi mudado para Nossa Senhora da Assunção, até hoje padroeira da cidade. Nas décadas seguintes, o povoado ao lado do forte teve lenta expansão. Conforme demonstra Maria Auxiliadora Lemenhe em As razões de uma cidade (1991, Stylus), Fortaleza é exceção na história colonial. As atuais grandes cidades surgidas no período, como Rio de Janeiro ou Belém, eram centro de escoamento da produção para o mercado externo e, também, sede da estrutura militar e burocrática. Fortaleza estava longe da incipiente produção econômica na capitania, ligada à pecuária. E, diante da dependência administrativa, tampouco havia relevância burocrática. Afinal, o Ceará ficou subordinado ao Maranhão entre as décadas de 1620 até a de 1660. E, depois, a Pernambuco, até 1799. A função defensiva, durante longo período, foi a única razão para existir o povoado. Em 1696, o capitão-mor Pedro Lelou estimou a população em cerca de 200 pessoas. A maioria das casas era de palha. Raras tinham telhas.


VILA EM DISPUTA


Em 13 de fevereiro de 1699, ordem da Coroa portuguesa criou a vila de São José de Ribamar, no Ceará. Foi o início de uma longa contenda. A ordem régia não definiu o lugar. O capitão-mor, os soldados e padres – uma incipiente burocracia local - queria mas proximidades do forte. Os proprietários de algumas terras – um arremedo de elite econômica - preferiam Aquiraz.


Houve ao menos quatro mudanças do local. Como aponta o livro Fortaleza: uma breve história, de Artur Bruno e Airton de Farias (2012, Edições Demócrito Rocha), passou por Aquiraz, pelo Pajeú e pela foz do rio Ceará. Até que, em 27 de junho de 1713, então, a vila de São José de Ribamar foi instalada em Aquiraz. Mas, em 18 de agosto do mesmo ano, como desenrolar da chamada “guerra dos bárbaros”, índios anassés atacaram a primeira vila do Ceará. Cerca de 200 pessoas morreram. Os sobreviventes buscaram abrigo no forte do riacho Pajeú, para onde a Câmara foi transferida, diante da insegurança constatada em sua localização original. A violência e o medo novamente atuavam na história de Fortaleza. Em 13 de abril de 1726, foi instalada uma segunda vila.

HEGEMONIA


As duas vilas reivindicavam a denominação de São José de Ribamar. E ambas queriam que a outra fosse suprimida. Em 1728, ordem régia reafirmou que as duas deveriam ser mantidas. Quanto à denominação, com o tempo prevaleceu que uma passou a se chamar Aquiraz e a outra, Fortaleza. Em 1758, foram criadas duas outras vilas no território da atual Fortaleza: Vila Nova de Arronches (Parangaba) e Messejana, atuais bairros da Capital.


CIDADE


Em 1799, com o desmembramento do Ceará em relação a Pernambuco, Fortaleza foi conformada como Capital. No fim da década de 1810, o forte de Nossa Senhora da Assunção, de madeira e em estado avançado de deterioração, foi reconstruído em alvenaria. Em 1823, a vila foi elevada à condição de cidade, com nome de Fortaleza de Nova Bragança. A denominação não vingou.

SAIBA MAIS



COMO FORTALEZA JÁ FOI CHAMADA ANTES


1500 - Rostro Hermoso (rosto bonito)

1603 – Nova Lisboa
1611 – Forte de São Sebastião

1649 – Forte Schoonenborch
1654 – Forte de Nossa 


Senhora da Assunção


1699 – Vila de São José de Ribamar (status e nome reivindicado, em disputa com Aquiraz). Após a elevação definitiva a vila, em 13 de abril de 1726, seguiu-se disputa pelo nome, embora já tivesse ficado consagrada como vila do forte, do Pajeú ou vila da Fortaleza

1823 – Cidade de Fortaleza de Nova Bragança (não vingou)





Fonte: Dom. – Jornal O povo (05/ 04/ 15)

Icapuí: Homem é preso após quebrar vidraça de Delegacia

Suspeito fugiu e foi localizado uma hora depois
Imagem meramente ilustrativa retirada do Google Imagens
Um homem de 21 anos foi preso na noite da última sexta-feira (3) por dano ao patrimônio público em Icapuí, a 202 km de Fortaleza. Ele teria quebrado uma vidraça da Delegacia municipal, onde também funciona o destacamento policial.



O caso inusitado foi registrado por volta das 21h50, de acordo com a Polícia Militar. O soldado que estava de plantão afirmou ter ouvido o barulho de vidro quebrando e dirigiu-se para a porta da frente da unidade. Ao chegar no local, percebeu uma parte da vidraça da porta de entrada quebrada. Na sequência, pôde enxergar um homem fugindo a pé.



Foi iniciada uma perseguição e o potiguar Jackson Rafael da Costa Silva, que mora no Centro daquela cidade, foi localizado nas imediações do ginásio municipal cerca de uma hora depois.



Ele foi preso em flagrante e levado à Delegacia de Polícia Civil de Aracati, sendo autuado em flagrante.




Fonte: Polícia (Online) – Diário do Nordeste (04/ 04/ 15)

Aquiraz: Riviera Summer CrossFit 6450 coloca Ceará no calendário nacional da modalidade

O Aquiraz Riviera e a Mega Gym Academia irão realizar no dia 11 de abril um evento inédito. É o “Riviera Summer CrossFit 6450”, competição de CrossFit, uma nova modalidade no Brasil e que está cada vez conquistando mais praticantes.


O “Riviera Summer CrossFit 6450” é um game de CrossFit aberto para todos os praticantes da modalidade com nível mais avançado que contatará com a participação de um total de 80 atletas, formando 20 equipes de quatro pessoas, que realizarão diversas provas da modalidade. A competição será realizada a partir das 8h da manhã no cenário paradisíaco do Aquiraz Riviera.


É um evento para quem tem na veia a competição e a adrenalina. Na ocasião será feito o lançamento da coleção exclusiva para o CrossFit 6450 criado pela Primeiro Eu Fit Fashion.
O evento contará com uma grande estrutura de apoio e lazer para que todos possam torcer e vibrar com todos os participantes. A organização promete surpreender com muita alegria suor esse dia 11 de abril, que colocará o evento no calendário brasileiro de games de CrossFit.


O “Riviera Summer CrossFit 6450” é uma realização do Aquiraz Riviera e da Mega Gym Academia, com apoio  da Truke Midia. O evento conta também com o patrocínio de importantes marcas como: Reebook, Stação Fit, Primeiro Eu Fit Fashion, Loja De Bem com a Vida, Muscle Pharm representada pela Carduz, Redbul e El Paleto.